sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ah, que nostalgia.. não digo que ontem era melhor, mas sinto saudade!
Saudade de qual ontem? De quase todos. E quer saber, talvez seja melhor assim, talvez, não sei.
Não quero magoar ninguém, embora eu tenha vontade. ;)
Eu era feliz, mas acontece que ser feliz cansa... Mas será que a felicidade existe? talvez seja pura utopia. Acho que a satisfação é interpretada com felicidade por algumas pessoas e talvez eu deva me incluir nisso. E talvez o prazer seja interpretado como satisfação. Chamam de prazer o que eu chamo de chocolate. O meu prazer é a dor, mas não a dor sentimental. Talvez não seja prazer e sim saída. Interpreto como prazer, é a forma mais branca de tentar interpretar isso.
Sou o que você vê. Mas também acho que vê pouco do que necessitaria ver. Sou o que você sente. E todo o sentido do sentir é, ainda, mínimo. Sou o que você não quer. É uma verdade absoluta. O meu ser é o que sou na circunstância do hoje. O tempo lapida, constrói e destrói. Sou um ser. Mas efêmero tal qual a própria lei de ser e deixar de ser. Sou o que a natureza me obriga. E o que eu faço dela. Sou do contra e do a favor. Sou da vida e da vida ao contrário.
Todo o sentido, todo o sentimento, todo o amor, toda a dor, e isso tudo isso me contém. Ou os contenho.
Ainda não sei o que sou, o que estou e porque sou e estou, só sei que gosto!
As mesmas lágrimas salgadas, porque a natureza me emociona. Porque estou feliz e ao mesmo tempo com nostalgia, com saudade.. Ignorante da água, vou buscando uma morte de luz que me consuma.
Não creio que amar tenha sido assim tão ruim, vamos encarar isso como uma tentativa frustrada de tentar encontrar aquela mentira chamada Felicidade!
Ah, na verdade, creio que amar seja ruim sim, ainda sou nova pra saber se depende de circunstâncias, mas sei que é a única coisa da vida na qual dependemos de um outro ser, pra ter a felicidade procurada. Dependemos uma vez em toda a existencia, para estarmos satisfeitos com a vida. O amor é punhal com dois gumes fatais, um amar é sofrer, outro amar é sofrer mais.








[Ouvindo: Eu não existo sem você - Maria Bethânia]

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