quinta-feira, 30 de abril de 2009

Desvarios noturnos

Depois já não sei mais ser a mesma. São só rosas vermelhas; deixe as rosas serem vermehas. Deixo crescer, deixo semear, mas já não sou mais doce. Vivo amargo, vivo antítese, vivo dor. É tempo de me fazer, eu sei, só não sei mais ser doce, a eterna pessoa doce que vive em poços eternos dentro de si. Queria poder ser eu, sem me doer e sem precisar do outro, queria poder me doar e não doer, queria poder ser rosa e não ter espinhos, queria poder ter rosas e não merecer espinhos. Queria poder amar - e ser amada - com doçura, acima de tudo. Todas essa pessoas estão bebendo amor, todas essas pessoas estão vivendo a dor. Eu sei que é tempo de crescer, eu sei que é tempo de ser forte e suportar all that shit - all that people, é tempo de me fazer. Sem dor, sem medo.

09/06/2008, 00:50.

[Ouvindo: Quanto tempo demora um mês - Engenheiros do Hawai]


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